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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Web: comprar tratamento estéticos é cilada

Procedimento comprado em compras coletivas não tem avaliação
Quem nunca acessou um site de compras coletivas e ficou impressionado com a variedade de ofertas de tratamentos estéticos. Peeling, depilação a laser, drenagem linfática com um precinho bem camarada, alguns até parcelados. Mas o que boa parte das pessoas insatisfeitas com o próprio corpo pode encarar como a chance de ouro para mudar esconde perigos para saúde. Ineficácia e reações ao procedimento estético são problemas comuns para quem opta pela compra na internet, sem prévia avaliação.
Ter uma pele bonita e perder medidas são excelentes promessas nas propagandas espalhadas pela web, entretanto, a velha ideia de que vale tudo pela beleza deve ser esquecida. Não se trata de uma simples compra de produto, e sim de tratamento com contato direto com a saúde. É o que defende Flávia Addor, coordenadora do departamento de cosmeatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD): “Qualquer tratamento exige avaliação prévia para conhecer o paciente e identificar contraindicações. Não é tão simples quanto parece”.
A avaliação leva em consideração as expectativas do consumidor, condições físicas, histórico de saúde e estilo de vida. Ao desconhecer essas características do paciente que irá atender e mesmo se há necessidade do procedimento, o profissional coloca em risco a saúde. “As consequências podem ser desde o tratamento não dar resultado esperado até uma reação adversa”, avalia a especialista da SBD. Flávia ainda relaciona a falta de avaliação com a automedicação. “O paciente acha que precisa daquilo, indica para si próprio sem ter nenhum conhecimento do produto, da mesma forma que é feito com remédios”, compara.
Descontos de até 80% chamam atenção para qualidade do produto usado e até mesmo sobre a qualificação do profissional. O indicado é sempre fazer avaliação da clínica de estética e procurar informações sobre a procedência dos produtos. Vale ressaltar que medidas de fiscalização têm sido tomadas pelos conselhos regionais de fisioterapia, odontologia e medicina para barrar a venda de tratamentos em sites de compras coletivas. Quem desobedecer à norma pode ter o exercício profissional suspenso.

Fonte:http://suapele.terra.com.br/interna2.php?id_conteudo=714&pagina=5



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